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Desfruta de um monumento único no mundo
No Palácio Real podes visitar salas emblemáticas como a Sala do Trono, a Sala das Colunas, a Capilla Real, a Cozinha Real, a Farmácia Real e apreciar uma valiosa coleção de arte. Podes também passear pelos jardins do Campo del Moro.
Entre as salas mais impressionantes encontram-se a Sala do Trono, a Sala das Porcelanas, a Sala Gasparini, a Farmácia Real e os aposentos reais do rei e da rainha. Não percas a Armaria Real e os jardins do Campo del Moro.
É aconselhável reservar os bilhetes com antecedência, especialmente na época alta. Informa-te antes da tua visita sobre os horários de abertura, os preços e as eventuais restrições. Podes também consultar as exposições temporárias e os eventos culturais realizados ao longo do ano.
Sim, o Palácio Real tem rampas, elevadores e visitas guiadas adaptadas a pessoas com deficiência visual e auditiva. Embora a maioria das salas seja acessível, algumas áreas podem ter certas limitações.
A entrada principal situa-se na Puerta de la explanada de la Almudena, na esquina da Calle Bailén. Aí podes trocar os teus bilhetes, quer os tenhas comprado online ou em grupo.
Podes comprar os teus bilhetes online para evitar filas e garantir o teu acesso, especialmente na época alta. Se quiseres beneficiar de tarifas reduzidas, terás de apresentar a documentação relevante à entrada.
De outubro a março:
Segunda-feira a Sábado: 10:00 – 18:00
Domingo: 10:00 – 16:00
abril a setembro:
Segunda-feira a sábado: 10:00 – 19:00
Domingo: 10:00 – 16:00
A bilheteira fecha uma hora antes do encerramento do palácio. Encerra nos dias 1 e 6 de janeiro, 1 de maio, 12 de outubro e 25 de dezembro. O Arsenal Real está temporariamente encerrado para obras de restauro.
A residência oficial do rei de Espanha nem sempre foi o palácio barroco que encontramos hoje.
Este enclave começou por ser uma fortaleza medieval mandada construir pelo emir de Córdova num ponto estratégico para evitar a conquista de Toledo. Após a reconquista de Madrid, em 1083, sofreu várias remodelações, que tinham como objetivo mostrar o poder da nova realeza.
A remodelação mais importante foi levada a cabo por Filipe II, que converteu o Real Alcázar num palácio digno de albergar a Corte quando se mudou para Madrid.
No entanto, um incêndio devastador em 1734 reduziu-o a escombros.
O atual Palácio Real foi construído sobre os alicerces árabes do Real Alcázar, e a sua construção foi concluída em 1764.
Como residência oficial da monarquia espanhola, o Palácio Real foi testemunha de numerosos acontecimentos históricos importantes na história de Espanha.
Nascimentos de monarcas, coroações ou recepções de líderes políticos fizeram parte do quotidiano deste palácio, mas estes não foram os acontecimentos mais marcantes que tiveram lugar no palácio.
Entre outros, os corredores do Palácio Real testemunharam a tentativa falhada de assassinato da Rainha Isabel II em 1852.
Além disso, após a conquista de Napoleão Bonaparte, foi a sede a partir da qual o seu irmão José Bonaparte reinou sobre Espanha durante cinco anos.
Nos tempos modernos, foi da varanda do Palácio Real que se proclamou a Segunda República Espanhola, período em que recebeu o nome de Palácio Nacional.
A véspera de Natal de 1734 marcou um ponto de viragem na história do património espanhol.
Um incêndio voraz deflagrou no Real Alcázar de Madrid, consumindo séculos de arte e arquitetura em apenas algumas horas.
As chamas, que tiveram origem nos aposentos do pintor da corte Jean Ranc, devoraram rapidamente a estrutura de madeira do palácio, reduzindo-o a cinzas.
A perda artística foi incalculável.
Numerosas obras de mestres como Velázquez, El Greco, Ribera e Titian pereceram no incêndio.
Apenas algumas, como Las Meninas de Velázquez, tiveram a sorte de sobreviver ao incêndio.
Outros, apesar dos esforços corajosos para os salvar, foram destruídos ou ficaram irremediavelmente danificados.
Este trágico acontecimento foi um duro golpe para o património cultural espanhol, deixando uma marca indelével na história da arte.
O Palácio Real de Madrid, com a sua imponente fachada e os seus sumptuosos salões, esconde um mundo subterrâneo de passagens e segredos que alimentaram a imaginação de gerações.
Desde as passagens que ligavam o palácio ao Mosteiro da Encarnação até aos túneis que conduziam a jardins escondidos, a rede subterrânea do palácio é um testemunho da vida secreta da corte.
Estes labirintos ocultos, construídos ao longo dos séculos, tinham várias finalidades: ligar diferentes salas, assegurar a discrição dos monarcas e, por vezes, facilitar a fuga em momentos de perigo.
Mais concretamente, o túnel que ligava o palácio à Casa de Campo serviu de fuga a José Bonaparte durante a Guerra da Independência.
Lendas e anedotas entrelaçam-se com a história real, transformando estas passagens em cenários de intriga palaciana e aventura romântica.
Embora muitas destas passagens estejam fechadas ao público, a sua existência continua a ser um enigma fascinante que convida à exploração e à fantasia.
O Palácio Real de Madrid, com a sua imponente dimensão e rica história, posiciona-se como um dos maiores e mais proeminentes palácios reais da Europa.
Embora partilhe com outros palácios europeus a função de residência real, o Palácio de Madrid tem caraterísticas únicas que o distinguem.
Ao contrário de palácios como o de Versalhes ou o de Buckingham, que se situam na periferia das cidades, o Palácio de Madrid situa-se no coração da capital espanhola e é um ponto fulcral da vida urbana.
A sua construção, mais tardia que a de muitos outros palácios europeus, permitiu-lhe incorporar elementos arquitectónicos e decorativos mais modernos.
Além disso, as suas mais de 3.000 salas permitem-lhe albergar uma das mais importantes colecções de arte do mundo, rivalizando com as dos grandes museus europeus.
O Palácio Real de Madrid é muito mais do que uma simples residência real.
O seu tamanho imponente, a sua localização central e a sua rica história e património distinguem-no de outros palácios europeus.
Este monumento ostentoso oferece uma experiência única, combinando o esplendor da corte com a vida quotidiana da cidade.
Atrás das portas do Palácio Real de Madrid escondem-se séculos de história e inúmeras lendas que alimentaram o imaginário popular.
Desde as suas origens, este emblemático edifício foi palco de intrigas e acontecimentos misteriosos.
Diz-se que foi Filipe V quem, para construir o seu novo palácio, mandou incendiar o antigo Alcázar, destruindo assim um valioso legado histórico.
Diz-se também que as passagens secretas do palácio serviram de escape para figuras como Carlos II, o “Enfeitiçado”, que se refugiava dos seus pesadelos.
Além disso, diz-se que a Rainha Isabel II, após o atentado contra a sua vida, evitava certas divisões por medo de reviver o trauma.
E ainda se fala de lendas sobre tesouros escondidos, como a famosa biblioteca perdida de Filipe II.
Estas histórias envolveram o Palácio Real em mistério, tornando-o muito mais do que uma simples residência monárquica.
Hoje, estas histórias continuam a fascinar os visitantes de todo o mundo, que entram nos seus corredores na esperança de descobrir algum vestígio desses mistérios.
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